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Mensagens

HEBREUS 1:1

Deus foi revelando a Sua Palavra e a Sua Pessoa aos homens de um modo gradual até à plenitude dos tempos, quando Se revelou de uma forma plena em Jesus Cristo, o Seu Filho unigénito, o próprio Verbo ou Palavra de Deus que Se fez homem. Assim, a Revelação de Deus em Jesus Cristo é a Revelação perfeita e final quer quanto à Sua vontade para a vivência humana, quer quanto ao conhecimento da Sua Pessoa que convém que os homens tenham a fim de n’Ele crerem e terem a vida eterna. Desejar e buscar hoje mais visões e revelações de Deus, de modo a ter um conhecimento maior e mais perfeito da Sua Pessoa e da Sua vontade, é desprezar e aviltar a Revelação dada por Deus na Pessoa do Seu Filho unigénito. Que revelação maior e mais perfeita podemos ter de Deus para além daquela que d’Ele nos é dada pelo Verbo Divino, pela própria Sabedoria do Altíssimo, Aquele por Quem todas as coisas foram feitas, e sem Ele nada do que foi feito se fez? Nada agora devemos acrescentar ou omitir à Reve...

FLASH HISTÓRICO

A evolução musical parece ter começado a partir de expressões místicas relacionadas com um certo espiritualismo ancestral, passando por estágios crescentes: primeiramente gritos, depois batimentos, seguindo-se ritmos, finalmente sons mais harmoniosos, melodias e harmonias. Deste modo, a história da música leva-nos a concluir que está actualmente em curso um retrocesso às fontes originárias do primitivismo pagão, bem visível no uso corrente de ritmos sincopados e na ênfase dada às baterias. A história revela ainda que o uso de ritmos sincopados, com a sua habilidade para alterar estados de consciência, provém do antigo Egipto. Os sacerdotes nos templos usavam-nos para introduzir transes, êxtases, alucinações, convulsões e outras perturbações. Do antigo Egipto, esta forma musical de adoração pagã foi transportada para a África Central, onde fincou raízes e deu origem à religião Vodu, entres outras… Assim, enquanto a música pagã era baseada nos ritmos e batimentos sincopados, os Cristãos,...

CULTURA OU FIDELIDADE?

Há actualmente a perversa tendência de considerar a fidelidade a Cristo e aos Seus ensinos como uma questão meramente de ordem cultural. É óbvio que a prática dos ensinos de Cristo revela uma cultura bíblica que tem repercussões em todas as áreas da vida humana. É também certo que, ao longo dos séculos, algumas sociedades foram mais influenciadas do que outras por essa cultura bíblica, devido ao zelo e ao elevado número de crentes fiéis a Cristo que nelas viveram. Não podemos, porém, afirmar que aqueles que hoje continuam a querer viver e a adorar a Deus em conformidade com os padrões éticos e espirituais do Novo Testamento o façam por uma questão meramente de ordem cultural… O facto é que a santificação requerida por Jesus Cristo aos Seus discípulos implica infalivelmente uma separação dos padrões do mundo e da vivência social do presente século. Ao agirmos assim, fazemo-lo não porque estamos agarrados a uma cultura “ocidental” ultrapassada, mas porque queremos continuar fiéis aos p...

LEALDADE A CRISTO

Oramos para que Deus coloque em cada um de nós o desejo sincero de ser fiel e leal a Cristo ao longo deste novo ano e durante toda a nossa peregrinação terrena. O Novo Testamento revela a mente de Cristo; n’Ele encontraremos as grandes doutrinas e verdades do Mestre e Salvador de todos nós. Assim, devemos ser sinceros, escrupulosos, sensatos e firmes na interpretação e prática dos ensinos que encontramos nas Suas páginas. O nosso Mestre não deixou obscuras, confusas e incompreensíveis as palavras que revelam a Sua vontade e a Sua doutrina. Elas são claras e é vital conservá-las tal como se encontram no Novo Testamento e obedecer-lhes plenamente. Os Baptistas sempre pugnaram pela fidelidade às palavras de Jesus daí, por exemplo, o seu empenho e rigor na obediência ao Mestre no acto do baptismo que Ele nos deixou como Sua ordenança. Para nós, as palavras de Jesus são sagradas! Não podemos mudá-las, nem dar-lhes um sentido diferente daquele que tinham nos lábios de Jesus, e que o Espíri...

O Natal de Cristo

“Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e será o Seu Nome EMANUEL” (Isaías 7:14). O Natal é um sinal dado por Deus ao Seu povo. Um sinal revelador da Sua omnipotência, pois para o Altíssimo nada é impossível. Um sinal revelador da Sua infinita graça e misericórdia para com o Seu povo. Um sinal revelador da presença contínua de Deus no meio do Seu povo. O Natal deve assim tornar-nos conscientes de que a redenção e salvação dos homens é obra exclusiva de Deus por meio de Jesus Cristo, o Seu Filho amado. Uma obra que o Espírito de Deus opera no interior de cada pecador salvo pela Sua graça e pelo Seu eterno amor. Muitos cristãos nos nossos dias planeiam reavivamentos espirituais nas suas igrejas porque esquecem que um genuíno reavivamento não é obra dos homens, nem pode ser planeado pelos homens, visto ser obra de Deus e segundo o próprio propósito Divino deliberado no Seu eterno Conselho. Talvez a maior ignorância do ...

O CICLONE

Quando nos recordamos da nossa adolescência e juventude não podemos deixar de ficar perplexos ao constatarmos como, em tão poucos anos, o meio Evangélico mudou radicalmente. É mais difícil explicar a rapidez das mudanças do que as próprias mudanças… O que nos constrange é termos de concluir que uma tal rapidez nas mudanças significa falta de convicções e de fundamentos sólidos nas lideranças eclesiásticas que permitiram tais e tão radicais transformações. As nossas igrejas foram varridas por um ciclone de conformação com o mundo neste presente século. As sociedades degradaram-se e corromperam-se em termos espirituais, morais e éticos, e as igrejas que deveriam ser um travão a tal degradação e corrupção acabaram também elas por serem influenciadas pela sociedade. O Senhor Jesus deixou no mundo os Seus discípulos para serem o sal e a luz, para influenciarem a sociedade e não para serem influenciados por ela. O que vemos, porém, é uma igreja que anda a reboque do mundo, procurando agradar...

A POBREZA

É vulgar ouvir-se falar no nosso meio Evangélico do “pecado da pobreza”… cremos que tal expressão não é correcta. De facto, a pobreza no mundo é consequência do pecado, e só poderá ser erradicada quando o pecado o for também. Ora, todos nós sabemos que tal só sucederá quando Cristo voltar, a fim de implantar o Seu reino de justiça e verdade! Enquanto houver pecado no mundo a pobreza será um dos seus frutos visíveis; e quanto maior for o domínio do pecado, maior e mais extrema será a pobreza na humanidade. Compete aos cristãos, não propriamente erradicar a pobreza do mundo, mas sim, à medida que for feita a evangelização dos homens, procurar responder igualmente às necessidades físicas e materiais daqueles que são alvo dessa evangelização. A missão da Igreja é testemunhar de Jesus Cristo e da salvação que Ele nos dá mediante a fé no Seu sacrifício redentor e no Seu sangue vertido na cruz para expiação dos nossos pecados; testemunhar ainda da Sua ressurreição e vitória sobre a morte, gar...