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Mensagens

A mostrar mensagens de 2018

Cântico de Natal

Numa Estrebaria Rude

Consequências do Natal

Os Magos e o Rei

Olhando para Cristo no sofrimento

No céu brilhou fulgente luz

Sofrer como Job

O Impossível Possível

O mistério de Deus

Coral Jovem

Uma caminhada segura

Que buscamos nós?

Palavras que são Espírito e Vida

Santo é o nosso Deus

Culto da Reforma - tarde

Culto da Reforma - manhã

Vale a pena crer em Deus?

Que sinais haverá?

O segredo da liberdade

Culto Evocativo da Reforma Protestante

Festa dos Talentos

Um encontro na Providência de Deus

Um Livro selado com sete selos

Ciro: um rei pagão ao serviço do Soberano Deus

Agnus Dei

Em meu ser habita

O Senhor é meu Pastor

Baptismos

Onde está a justiça?

Romanos 10:1-17 Pr. Celestino Torres de Oliveira

Fome e Sede necessárias

Culto de Baptismos

Semana da União de Homens

Como escaparemos nós?

Hebreus 2:1-12
Pastor Celestino Torres de Oliveira

Deus é Fiel

Bondoso Pai

Bondoso Pai

Música de Ludwig Beethoven, arranjo de A.M. in “Antemas Celestes”

Justo és Senhor

JUSTO ÉS SENHOR

A metrificação do Salmo 145:17,18 de João Gomes da Rocha, feita em 1888, é cantada com a melodia JUSTUS DOMINUS, arranjo do Dr. Lowell Mason (1792-1872), ilustre músico e educador pioneiro dos Estados Unidos. As duas primeiras estrofes são da autoria de João Gomes da Rocha.  As restantes foram adicionadas por Alzira Viriato Oliveira, para o coro da Primeira Igreja Baptista de Lisboa.


Cristo: o verdadeiro templo de Deus

I Reis 8:22-30
Pr Celestino Torres de Oliveira 19 agosto 2018

Um Deus Soberano, Fiel, Justo e Presente

Josué 1:1-9 Pr Tiago Oliveira 12 agosto 2018

96º aniversário da Primeira

Como fugir da idolatria


I Coríntios 10:14-23

Pr. Celestino Torres de Oliveira

"E ninguém deita vinho novo em odres velhos...mas o vinho novo deve deitar-se em odres novos, e ambos, juntamente, se conservarão" (Lucas 5:37-38)

Este texto ensina-nos que todas as coisas têm o seu tempo e lugar próprios, segundo a determinação de Deus, o Criador. O Evangelho não podia ser contido, nem vivido debaixo das normas e exigências da Lei dada a Moisés, pois esta era transitória e uma sombra da realidade, que é Cristo (Col. 2:17). O vinho novo deve deitar-se em odres novos e, assim, ambos juntamente se conservarão. Desta afirmação do Divino Mestre tiramos duas conclusões de ordem prática : . O culto e a vivência segundo o Evangelho não podem mais conformar-se com o ritual cerimonial exigido na Lei. Portanto, será sempre um erro bem nefasto querer voltar a adorar e cultuar a Deus seguindo exemplos e padrões do Velho Testamento. A outra grande lição é que o vinho não deve também estar frequentemente a mudar de odre. O vinho novo é colocado num odre novo a fim de ambos se conservarem. Isto implica para nós hoje, a conservação não só do Evangelho, mas também do modelo de Igreja e de evangelização deixado pelo Senhor. Os ho…

Coisas que Deus abomina e porquê

A infiltração Nicolaíta

Nalgumas das cartas ás igrejas da Ásia, o Senhor Jesus alerta os pastores e as respetivas igrejas para o perigo da infiltração nicolaíta no seu seio (Ap.2:6, 14-16,20-24). Em que consistia tal perigo? Essencialmente numa conformação com a sociedade pagã no meio da qual vivia a igreja. Algumas igrejas tinham-se deixado seduzir pelas filosofias em voga no império romano e pensavam que o ser cristão não implicava um corte radical com a vida passada e com toda a idolatria e licenciosidade carnal. Tal pensamento e tal vivência eram abomináveis aos olhos de Deus. Infelizmente, a tendência nicolaíta, revestida de roupagens modernas, é bem evidente nas igrejas dos nossos dias. Quantas cuidam ser cristãos, querem ser membros ou são já membros das igrejas, e vivem no seu dia a dia plenamente conformados com as tendências modernas deste mundo, em total oposição á vontade revelada de Deus para a vida humana, nomeadamente nas áreas das relações familiares, laborais e profissionais. Para já não fal…

"Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste, até que do meio seja tirado" (II Tessalonicenses 2:7)

Muito se tem especulado acerca deste "um que agora resiste"; os crentes de Tessalónica por certo sabiam a quem se referia Paulo (vs.5 e 6), mas nós não o sabemos, podemos apenas especular e dar sugestões... No entanto, este versículo talvez nos dê uma pista para a causa da imensa degradação e corrupção que se torna cada vez mais visível na sociedade em que vivemos. Todos nós sabemos que a corrupção faz parte integrante de toda a natureza desde a queda do homem em Adão. Sempre houve épocas de maior decadência e imoralidade. Atualmente, porém, com o imenso desenvolvimento das novas tecnologias, quase sempre ao serviço da corrupção moral e espiritual, a situação torna-se praticamente irreversível e só nos resta esperar que o Senhor venha pôr termo a toda esta perversidade satânica. O versículo que lemos levou-nos a refletir na função da Igreja neste mundo como sal que evita a corrupção. Embora a Igreja ainda não tenha sido tirada do mundo, o facto é que não a vemos reagir como …

Supremamente felizes ou infelizes

Bem-aventurado...

Ao longo da semana que passou pudemos meditar numa série de bem-aventuranças que são o privilégio dos filhos de Deus: Em primeiro lugar, Deus nos escolheu e nos fez chegar a Ele. Na verdade, foi Ele e não nós Quem nos fez povo Seu e ovelhas do Seu pasto. E não há maior bem-aventurança do que esta. Contudo, esta bem-aventurança tem ainda outras consequências maravilhosas para nós. Com efeito, as nossas transgressões e os nossos pecados são perdoados em Cristo Jesus, cobertos pelo Seu sangue vertido na cruz do Calvário. Nós somos agora o povo cujo Deus é o Senhor e toda a nossa esperança está posta no Senhor nosso Deus. É certo que, por vezes, não vemos no nosso viver quotidiano os efeitos maravilhosos de todas estas bem-aventuranças, mas o verdadeiro filho de Deus não firma a sua confiança naquilo que vê, nas suas próprias experiências, ele crê na Palavra de Deus, crê em todas as promessas do Senhor, esperando pacientemente o cumprimento dessas promessas no tempo determinado pelo própr…

"Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. (II Timóteo 3:5)

Paulo alerta Timóteo para os perigos inerentes aos últimos dias, e entre as características que definem os homens que viverão nesses dias salienta que terão urna aparência de piedade, mas negarão pela sua vivência a eficácia dessa piedade. É que a graça de Deus renova o coração e a mente do homem, tornando-o em Cristo urna nova criatura. Não basta vir à igreja, não basta louvar a Deus ruidosamente e com todo o aparato exterior proveniente da euforia carnal, é necessário que no quotidiano a nossa vida manifeste o fruto do Espírito (Gál .5:22). Esta realidade é tão importante que o Senhor Jesus não deixou também de salientá-la várias vezes, leia-se por exemplo Mateus 7:20-23! O que importa é viver de um modo agradável a Deus, buscando a santificação sem a qual ninguém verá ao Senhor; e não vivendo numa total conformação com o mundo, imitando as práticas dos ímpios, trazendo para o seio das igrejas as suas músicas e a sua maneira de estar e de agir, renovando assim no "santuário&quo…

Bem aventurado aquele que Tu escolhes...

Convicções

É fundamental que tenhamos convicções e que essas convicções se alicercem nos ensinos da Escritura. As convicções são necessárias para que tenhamos paz e segurança em todas as circunstâncias da vida, mesmo nas maiores adversidades, e também para que não andemos de um lado para o outro, de congregação em congregação, buscando certezas que só a Bíblia nos pode dar, porque Ela é a Palavra de Deus. Nós somos Baptistas não por tradição, mas por convicção, e por isso também somos conservadores, pois a Palavra de Deus e os Seus ensinos são imutáveis, permanecem firmes e inalteráveis de geração em geração. Seria bom que os crentes conhecessem de tal modo a Bíblia que pudessem dar sempre as razões da sua fé e das suas convicções a quem lhas pedisse. Há crentes que aparentam ter muita força espiritual enquanto tudo é agradável e próspero na sua vida, mas claudicam e abalam completamente quando surgem os problemas e as adversidades. Porquê? Porque, de facto, não tinham convicções bíblicas, pertenci…

Que ecumunismo?

A independência das igrejas locais é um princípio do Novo Testamento que importa preservar com toda a firmeza e convicção. As igrejas cristãs devem cooperar entre si se houver comunhão espiritual entre elas, o que só é possível se forem igrejas da mesma fé e ordem. A fidelidade à Verdade é tão imprescindível como o Amor na comunhão fraterna. Sem amor não há comunhão, e o mesmo sucede quando se diverge em questões de fé e de interpretação de ensinos bíblicos fundamentais. Também a ordem no culto, a reverência, a seriedade e profundidade no louvor e na adoração, sem excluir a alegria no Espírito, são essenciais para que possamos estar unidos no culto. A unidade desejada e pedida por Cristo ao Pai fundamenta-se nos dois pilares que são a Verdade e o Amor: "... que também eles sejam um em nós" (João 17:21). O padrão é a unidade que há entre o Pai e o Filho no seio da Triunidade Divina. E só quando estamos em Cristo, que é Amor e Verdade, podemos ter comunhão com Deus e comunhão …

Das Trevas à Luz

Das Trevas à Luz
Música:ARTHUR LAKSCHEVITZ

Coro da Primeira Igreja Baptista de Lisboa

Árvores, Frutos e Sinais

Profunda crise

Vivemos num mundo em profunda crise espiritual. Não nos deixemos iludir pelo número crescente de novas igrejas com o rótulo de "Evangélicas". Elas são em si mesmo, o reflexo visível dessa profunda crise. De facto, com raras exceções, essas novas igrejas anunciam um outro "evangelho" e defendem novas formas de adoração e de louvor que nada têm a ver com a tradição histórica Evangélica, essa sim, firmada nos ensinos e práticas do Novo Testamento. É frequente vermos nalgumas igrejas chamadas carismáticas uma salada mista composta de evangelho, romanismo e espiritismo... Tudo com o alvo de atrair e cativar o maior número de "adeptos".
Deste modo, o combate pela fé uma vez dada aos santos torna-se cada vez mais acutilante e perigoso. Só quem estiver bem enraizado nos ensinos bíblicos e se alimentar diariamente da Palavra de Deus, procurando guardar a sã doutrina Evangélica, poderá permanecer firme e vitorioso.
Damos graças a Deus pelas igrejas que, no meio des…

A apostasia dos nossos dias

Revelação e Humildade

São inúmeras as exortações bíblicas para que sejamos humildes em todas as áreas da nossa vivência e nomeadamente no nosso relacionamento com Deus. Devemos sentir continuamente em nós o desejo e a necessidade de aprender mais, de estar mais tempo em comunhão com Deus, ouvindo o que Ele tem para nos dizer pelo Seu Espírito quando lemos a Sua Santa Palavra. Verdadeiramente, nós nada sabemos e precisamos de que o Senhor nos instrua em cada momento e circunstância da nossa vida. Só em Cristo somos sábios, só na Bíblia encontramos a luz que nos guia no caminho em que devemos andar, a lâmpada para os nossos pés. Só Ela, por ser a Palavra de Deus, pode tornar-nos sábios para a salvação pela fé que há em Cristo Jesus. No entanto, encontramos tanto orgulho espiritual à nossa volta.... Tantos líderes espirituais que assumem saber muito Alguns chegam a afirmar saber mais hoje do que os apóstolos do Senhor Jesus sabiam quando, inspirados pelo Espírito Santo, escreveram as páginas do Novo Testament…

Como Abraão viu o Dia de Cristo

A alegria da salvação

O notável comentador das Escrituras, William Taylor relata-nos o seguinte, num dos seus livros:
«Quando eu era jovem pastor, ouvi um sermão sobre "Quatro colunas da Vida Cristã estável". São estas: "A minha salvação depende do que Cristo fez por mim no Calvário. A minha certeza e segurança depende da Palavra de Cristo, dada ao crente. A minha alegria na salvação depende do meu andar com Cristo. E o meu galardão depende do meu trabalho, obediente a Cristo". Desde aquela hora, nunca tive dúvidas da minha salvação por um instante. Esta certeza inabalável depende da Palavra de Cristo: "Dou-lhes a vida eterna, e nunca hão-de perecer".» A alegria da salvação é a suprema alegria e cria no crente a certeza, a estabilidade, o espírito voluntário e o testemunho entusiasmado e eficaz. A dúvida enfraquece, confunde, aliena e destrói. A própria essência da fé é certeza e convicção, e onde estas não existem, não existe fé. A fé em Cristo implica crer em tudo quanto Cris…

O Pão do Céu

A Autenticidade do Evangelho

O apóstolo Pedro, na sua 2ª carta, exorta-nos a que procuremos fazer cada vez mais firme a nossa vocação e eleição, a fim de não tropeçarmos e não nos desviarmos da fé uma vez dada aos santos.O apóstolo procura ainda tornar conscientes os seus leitores da autenticidade do Evangelho que é proclamado e ensinado por ele e pelos restantes apóstolos de Jesus Cristo. Os crentes podiam ter a certeza de que o Evangelho era o relato de algo que os próprios apóstolos tinham visto e ouvido. Ou seja, eles tinham estado com Jesus ao longo de todo o Seu ministério terreno, tinham visto com os seus próprios olhos e tinham ouvido com os seus próprios ouvidos, tudo o que o Senhor ensinara e fizera na revelação do Seu Divino poder.
A Boa Nova de Jesus Cristo não era fruto da imaginação dos homens, não era um conjunto de fábulas artificialmente compostas, mas era uma realidade que havia sido vivida por aqueles que agora a proclamavam.
O próprio Deus testemunhara do céu, “da magnífica glória”, de forma a…

"...Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo" (Gálatas 1:10)

Esta é talvez a maior e mais tremenda opção que terá de fazer um pastor ou ministro da Palavra de Deus. Quem sobe ao púlpito, ou noutro lugar qualquer préga o Evangelho, tem de ter como alvo agradar a Deus, ser fiel à Palavra do Senhor e instruir os homens em todo o conselho de Deus. Quando o pregador procura agradar aos homens, ou pelo menos tenta evitar decepcioná-los ou escandalizá-los, então vem infalivelmente a falsificação e adulteração do Evangelho.
Por que razão algumas doutrinas bíblicas são ignoradas ou interpretadas duma forma tão superficial e leviana que acabam por ser "compreendidas" de um modo errado? Por que razão, atualmente, se ouve raramente dos nossos púlpitos a exigência básica feita por Jesus àqueles que querem ser Seus discípulos: Negarem-se a si mesmos, tornarem cada dia a sua cruz e seguirem-No (Lucas 9:23)...? Por que razão a tendência é levar as pessoas a crer que Cristo suprirá sempre todas as suas necessidades físicas e materiais, pelo que nunca …

Descida do Espírito Santo

Reverência

Reverência é a eloquente expressão de urna condição íntima, a manifestação do amor pelas coisas santas. Ela é visível na casa de oração por meio das atitudes que tornamos antes, durante e após o culto: a fronte inclinada, os passos cadenciados, a voz baixa e o semblante calmo, revelam um espírito de adoração. A pessoa que entra na casa de Deus de urna forma precipitada e leviana, a todos cumprimentando, mesmo que estejam em espírito de oração ou lendo a Bíblia; que pode ouvir o santo Nome de Deus profanado sem nenhuma revolta; que anda, conversa ou sorri quando as Santas Escrituras estão a ser lidas ou o Evangelho pregado, revela claramente a sua falta de reverência, ou melhor, que de facto não é urna pessoa regenerada.
O lugar onde prestamos culto a Deus, a casa de oração, é um lugar santo. O nome do Altíssimo é Santo, deve ser respeitado e reverenciado, pois o temor do Senhor é o princípio da verdadeira sabedoria. A Palavra de Deus é igualmente santa e tem de ser ouvida com toda a …

Toda a Suficiência em Cristo

Que tem a palha como o trigo?

Sombra e Realidade