As igrejas têm-se deixado influenciar pelo sentimentalismo que suscita a permissividade. Ao erguerem a tolerância e o pluralismo ao grau de regras supremas, os Cristãos acabam por desprezar e denegrir a disciplina eclesiástica. Em nome do “amor” mal compreendido, as igrejas preferem guardar o membro gangrenado, mesmo sabendo que correm o risco de fazer perecer o corpo todo. O pastor Olivier Favre, ao referir-se a este tema, escreve em forma parabólica: “que diríeis do amor que para convosco testemunharia um médico que recusasse amputar-vos o braço gangrenado devido à grande afeição que tinha para com esse braço?” Tal como o pastor Favre, também nós pensamos que o maior obstáculo ao exercício da disciplina eclesiástica reside na falta de amor para com a Igreja de Jesus Cristo e para com Deus que A salvou. Por isso, se quisermos renovar a prática sadia da disciplina eclesiástica devemos esforçar-nos por redescobrir o carácter de Deus e os Seus atributos. O Deus da Bíbl...