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Mensagens

Como estar no culto

O nosso alvo e desejo no culto deve ser aprender e não criticar. Devemos estar atentos e procurar aproveitar todas as pequenas bênçãos do culto e não estarmos a reparar e a centrarmos a nossa atenção nas falhas que eventualmente surjam quer no prégador ou no dirigente do culto, quer no próprio culto e nos que estão à nossa volta. Deus pode falar e fala-nos através do mais humilde prégador, mas se estivermos a observar e a criticar as suas imperfeições perderemos a mensagem que o Senhor está a enviar-nos. O nosso único cuidado crítico deve ser em relação à exigência de fidelidade aos ensinos da Escritura, quanto ao resto devemos ter mentes recetivas, corações dóceis, antes do culto, durante o culto e depois do culto. Seria bom que cada um de nós tomasse a seguinte resolução: “Não irei ao culto para criticar ou ficar indiferente, como mero espectador. Irei disposto a tirar o máximo proveito possível, procurando guardar no coração e na mente a Palavra que o Senhor enviar, a fim de ...

Tiago 4:7

Satanás não dorme e está em constante atividade, preparando-nos ciladas e tentando continuamente os remidos do Senhor. Importa, pois, que estejamos conscientes da existência deste astuto Inimigo. Quer os homens creiam ou não, o facto é que Satanás existe, pois a Palavra de Deus assim o afirma. Vejamos, então, alguns efeitos da ação do Inimigo na vida dos crentes em Jesus Cristo: Quem é que leva os crentes a optarem por uma ida ao cinema, ao futebol, à praia ou ao campo, em vez de estarem na casa de oração a cultuarem a Deus? Quem fomenta nalguns crentes o hábito de chegarem sempre depois do culto já ter começado? Quem faz com que os pensamentos de muitos voem para bem longe durante o culto? Quem incentiva a nossa preguiça natural levando-nos a preferir ficar a descansar em casa, em vez de irmos participar no culto da nossa igreja? Quem faz com que tantos sejam atraídos por más companhias e más conversações? Todos sabemos que o Inimigo procura continuamente desviar-nos da lei...

ACTOS 20:28-30

Esta exortação dada por Paulo aos anciãos (também chamados bispos ou pastores) da igreja de Éfeso foi sempre actual ao longo dos séculos para todas as igrejas de Cristo, onde quer que elas se congreguem. A vigilância para que a igreja permaneça fiel aos ensinos de Jesus Cristo é responsabilidade de todos os seus membros, mas de uma forma particular dos seus líderes espirituais. Não podemos dar crédito a qualquer que nos vem falar em “nome do Senhor”, citando textos bíblicos, sem examinarmos primeiro se o que ensina ou prega está em conformidade com toda a Revelação bíblica, com todo o ensino do nosso Divino Mestre. Paulo sabia pelo Espírito Santo, e a história confirmou-o plenamente, que a igreja está de contínuo ameaçada por “lobos cruéis”, homens e mulheres que procuram atrair multidões após si, para satisfação dos seus desejos carnais de domínio, de fama ou de prosperidade material. Foi o Senhor Quem, pelo Seu próprio sangue, resgatou a Sua igreja e nos torna, pelo Seu Espírito, p...

A reverência na casa de Deus

Muitos pastores, na sua experiência e psicologia prática, afirmam que podem conhecer um crente pelo seu modo de entrar na casa de oração: conhecer a sua espiritualidade, o seu amor a Deus e o conhecimento que tem do Altíssimo. Há aqueles que entram já depois do culto ter começado, com grande ruído e aparato, sem a mínima reverência, falando com quem passam, sem qualquer respeito para com o acto de culto que está a decorrer. Há, também, crentes que quando chegam mais cedo ficam a falar e a rir no átrio, e só resolvem entrar quando ouvem a congregação cantar o primeiro hino. Outros, durante a prégação da Palavra de Deus estão sempre a olhar para trás e para os lados, com tanta leviandade que causam tristeza. Devemos entrar e estar na casa de Deus com reverência, conscientes do que ali se está a fazer, e sobretudo sabendo que aquele é o lugar onde o nome excelso de Jesus é invocado e anunciado aos pecadores. Não devemos ser tão negativos ao ponto de julgarmos uma congregação int...

HEBREUS 1:1

Deus foi revelando a Sua Palavra e a Sua Pessoa aos homens de um modo gradual até à plenitude dos tempos, quando Se revelou de uma forma plena em Jesus Cristo, o Seu Filho unigénito, o próprio Verbo ou Palavra de Deus que Se fez homem. Assim, a Revelação de Deus em Jesus Cristo é a Revelação perfeita e final quer quanto à Sua vontade para a vivência humana, quer quanto ao conhecimento da Sua Pessoa que convém que os homens tenham a fim de n’Ele crerem e terem a vida eterna. Desejar e buscar hoje mais visões e revelações de Deus, de modo a ter um conhecimento maior e mais perfeito da Sua Pessoa e da Sua vontade, é desprezar e aviltar a Revelação dada por Deus na Pessoa do Seu Filho unigénito. Que revelação maior e mais perfeita podemos ter de Deus para além daquela que d’Ele nos é dada pelo Verbo Divino, pela própria Sabedoria do Altíssimo, Aquele por Quem todas as coisas foram feitas, e sem Ele nada do que foi feito se fez? Nada agora devemos acrescentar ou omitir à Reve...

FLASH HISTÓRICO

A evolução musical parece ter começado a partir de expressões místicas relacionadas com um certo espiritualismo ancestral, passando por estágios crescentes: primeiramente gritos, depois batimentos, seguindo-se ritmos, finalmente sons mais harmoniosos, melodias e harmonias. Deste modo, a história da música leva-nos a concluir que está actualmente em curso um retrocesso às fontes originárias do primitivismo pagão, bem visível no uso corrente de ritmos sincopados e na ênfase dada às baterias. A história revela ainda que o uso de ritmos sincopados, com a sua habilidade para alterar estados de consciência, provém do antigo Egipto. Os sacerdotes nos templos usavam-nos para introduzir transes, êxtases, alucinações, convulsões e outras perturbações. Do antigo Egipto, esta forma musical de adoração pagã foi transportada para a África Central, onde fincou raízes e deu origem à religião Vodu, entres outras… Assim, enquanto a música pagã era baseada nos ritmos e batimentos sincopados, os Cristãos,...

CULTURA OU FIDELIDADE?

Há actualmente a perversa tendência de considerar a fidelidade a Cristo e aos Seus ensinos como uma questão meramente de ordem cultural. É óbvio que a prática dos ensinos de Cristo revela uma cultura bíblica que tem repercussões em todas as áreas da vida humana. É também certo que, ao longo dos séculos, algumas sociedades foram mais influenciadas do que outras por essa cultura bíblica, devido ao zelo e ao elevado número de crentes fiéis a Cristo que nelas viveram. Não podemos, porém, afirmar que aqueles que hoje continuam a querer viver e a adorar a Deus em conformidade com os padrões éticos e espirituais do Novo Testamento o façam por uma questão meramente de ordem cultural… O facto é que a santificação requerida por Jesus Cristo aos Seus discípulos implica infalivelmente uma separação dos padrões do mundo e da vivência social do presente século. Ao agirmos assim, fazemo-lo não porque estamos agarrados a uma cultura “ocidental” ultrapassada, mas porque queremos continuar fiéis aos p...